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Ser mãe me tornou uma filha melhor

Eu gostaria sinceramente que meus filhos entendessem o quanto os amo. Que meus olhos nunca negassem. Que minhas palavras, mesmo ditas na dureza que a vida e a maternidade me exigem, nunca deixassem dúvidas sobre esse amor.

Infelizmente, este é um pedido impossível de ser concretizado. Não por agora. Amor de mãe não é coisa que se explica, sente. E mesmo com a chegada dos anos, desafiadora adolescência e as asas abertas da juventude, mesmo assim não conseguirei explicar, talvez nem queiram ouvir com a frequência que eu gostaria de dizer. Amor de mãe é disforme, sem pauta, sem margens. Só a existência dele para se explicar. Só quando diante do sentimento genuíno e simples que enfim entendemos. 

Ser mãe me fez uma filha melhor. Agora sim compreendo as noites em claro da minha mãe, o trabalho exaustivo e que mesmo assim, não deixava de lado, fazendo tudo com carinho e amor. Não aquele amor dito mil vezes por dia, mas amor silencioso, daqueles que mais fazem e menos falam. Agora sim eu compreendo quando ela se sentava no quarto escuro e pedia para ficar quietinha. Imagino o turbilhão de sentimentos, a cabeça à mil tentando fazer o melhor pelos filhos. Sei disso não porque me disseram, mas porque vivo e às vezes ouço da minha própria boca a frase:

- Filho, hoje mamãe quer ficar quietinha calada, tá?

Vejo traços em mim que não apenas parecem com os da minha mãe, eles são exatamente iguais. A forma de sentar, de acariciar, de distribuir amor em forma de comida, de aconselhar, de levar a vida com menos pretensão e mais leveza. A forma de lutar por eles e para eles, da mesma forma que ela lutou por mim e por meu irmão. 



Tão gratificante quando diante das próprias limitações da maternidade, diante das vitórias e desafios nos lembramos e por fim podemos agradecer mesmo que no silêncio de um olhar cúmplice o que nossas mães fizeram por nós. No meu caso, agradeço em oração, agradeço sendo feliz, criando filhos felizes, seguindo em frente conforme ela diria para fazer se aqui estivesse. 

Maternidade nos faz filhas melhores, nos faz mulheres mais fortes. 
Maternidade nos faz cúmplices umas das outras. Nas dificuldades, nas alegrias, no luto. Mãe sente o que a outra passou. Mãe se coloca no lugar e ensina os filhos a fazerem o mesmo. Mãe segue em frente mesmo diante do maior obstáculo. E sem perceber, assim, rodeadas de preocupação com a cria, transpassamos os maiores muros de problemas, de discórdias e de cansaço. 

Mãe sempre vence. Sempre! Pode parecer que não, quando estamos na sala escura depois de um dia cansativo de trabalho materno em que alguns ousam dizer que é moleza. Mas vencemos, quando à longo prazo visualizamos nosso filhos felizes e bem cuidados, orgulhosos da mãe que tiveram, da mesma forma que nos orgulhamos das nossas próprias mães. Os erros? Esses que tanto tememos e evitamos, mas que mesmo assim, somos íntimas, esses não são lembrados. Se são, é para melhorar a crianção da próxima geração. Os erros dos nossos pais são sempre um motivo para nos tornarmos melhores quando a nossa vez chegar de acalentar um filho nos braços. 

E assim, seguimos a vida. Dia após dia, alguns fáceis, outros nem tanto, mas seguindo em frente. Temos muito a acrescentar. Temos o poder de mudar uma geração inteira. Já parou para pensar nisso? Eu já. E me assusto diante da desafio. Mas quer saber? Tenho certeza que estou preparada. Minha mãe me ensinou bem tudo o que eu deveria saber:

Que nada nesta vida pode ser feito sem amor. 

Portanto, amemos!

Não deixe herdeiros. Deixe sucessores!

Somos mães e à partir do momento que descobrimos nossa gravidez, assumimos o compromisso de dar o melhor aos filhos. Nossas prioridades são outras, completamente diferentes das que eram há dias atrás, quando ainda não sabíamos da gravidez. E seguimos esse caminho. O bebê nasce e um amor sem tamanho vai invadindo aos poucos nosso peito. Por algum tempo até demoramos a perceber, mas na hora daquela febre que tira o sono, seu, não deles, na hora da queda que dói um tanto assim, em você, não neles, afinal tudo foi curado com beijos, nessas horas é que percebemos que somos movidas por esse amor.

Na busca incansável pelo melhor, os enchemos de mimos e de tralhas que não fazem sentido algum. Sim, demoramos um bom tempo para perceber isso, algumas nunca perceberão, mas assim o fazemos. São brinquedos caros que são perdidos, quebrados ou esquecidos no canto do quarto, são roupas caras que são perdidas com a primeira manga que comem e viram roupa "de brincar" por causa da mancha impossível de tirar. São passeios que eles mal se lembrarão ou não darão importância alguma por não entenderem do que se trata. No fim das contas, são inutilidades. Inutilidade de tempo, de espaço, de esforço materno. Nós realmente precisamos aprender a otimizar nosso esforço e tempo. Nos sobra tão pouco. E nos faz tanta falta. Reclamamos tanto da falta de tempo para comer, dormir, cuidar de nós mesmas, mas contabilizamos o tempo perdido nas inutilidades?

E nesse turbilhão de ideias e conceitos nos vemos ainda culpadas pelo que ainda não oferecemos. O filho de fulano já viajou toda Europa com dois anos, a filha de "ciclana" só veste roupas da marca X, os filhos de "Joãozinho da Silva" já fala três línguas e ainda pratica esportes, todos os dias da semana. E para quê serve tudo isso? O amor materno não é medido pelo o que oferecemos em "coisas", mas em tempo e dedicação. Pense no tempo gasto com tantos compromissos na agenda do seu filho e pense no que ele faria com este mesmo tempo brincando de terra na pracinha. Os amigos que faria, o quão próximo você estaria, o quanto se divertiria e se desenvolveria. Pense. Há infinitos que provam o bem que brincar faz às crianças, ainda mais ao ar livre.

O que eu vejo, na verdade, é que estamos criando filhos mimados e frágeis. Não pode se machucar, não pode dizer "não", não pode ser contrariado, não pode assumir responsabilidades, não pode e por muito tempo, talvez não consiga cuidar de si. Filhos que não têm uma vida de criança, mas uma grade curricular de dar inveja à muito adulto. E segue a velha e boa competição de quem tem o filho melhor.

E sabe quem tem os melhores filhos do mundo? Eu! Sim! Os meus são os melhores do mundo não pelo que sabem fazer, pelas conquistas, pelo que são capazes de fazer. Eles são os melhores do mundo por que são meus! E tenho certeza que os melhores do mundo, na sua perspectiva, são os seus. Agora me diz: Se ele não fizesse nada do que você exige que ele faça, se fosse de alguma forma limitado, como na verdade é (toda criança é... ), se não tivesse todas essas estrelinhas douradas pregadas na testa, ainda assim você o amaria pelo que é, pelo sorriso, pela inocência, pela mãozinha gordinha que acaricia o seu rosto quando, no meio da madrugada, foge da própria cama para a sua e deita ao seu lado com medo do escuro. Nós os amaríamos! Não importa as circunstância.

Fonte: Arquivo Pessoal
Somos tentadas a achar que quanto mais melhor. Quanto mais ele aparentar ser melhor, MELHOR. Isso atrai os olhares, encanta, ilude quem observa. Nos faz parecer excelentes mães que pensam no futuro dos filhos. Além de SER, o PARECER é tão gostoso, né? SER e não aparentar frustra. Queremos não apenas ser boas mães. Queremos que os parentes, os amigos, desconhecidos, nossos maridos e nossos filhos não apenas saibam, mas que eles tenham a certeza do quão boa somos ou fomos, quando não estivermos mais por aqui.

A realidade nua e crua é que o simples captura o coração.  É nele que está guardado aquele momento único que jamais esqueceremos. Tanto esforço e tempo dedicado no complicado. Somos mães. Não há tempo a ser desperdiçado. Por que insistimos nisso, eu não sei.

Sei de apenas uma coisa: queremos o melhor para nossos filhos. E talvez esse melhor esteja no banho de chuva, na poça de lama, nos amigos da pracinha, no quebra-cabeça que foi um desafio para a tarde de domingo, no bolo que preparam juntos para o lanche da tarde, nas histórias contadas, na cumplicidade, no carinho compartilhado.

Não deixe herdeiros de coisas, de bens. Não crie pessoas que valorizam mais o TER ao SER. Crie humanos que são movidos pelo coração. Deixe sucessores!! Sucessores de suas ideias, de tudo o que você ama. Filhos são a certeza de que seremos eternos, na memória, no amor distribuído, nas histórias que contamos, no que ensinamos de fato e na prática. E você sabe, né? Se ensina com exemplos, se ensina sendo.

Seja!


Benefícios da amamentação exclusiva

Fonte: Pinterest
É notório que a amamentação exclusiva até os 6 meses e prolongada até os 2 anos faz um bem enorme para o bebê e a mãe. Está noticiado em todas as revistas sobre maternidade, sites e blog sobre o amamentação e em artigos científicos. Há uma gama enorme de reportagens e opiniões sobre este assunto, que mesmo já sendo unanimidade a questão dos benefícios, ainda gera certa polêmica, principalmente com algumas mamães que, assim como eu na gestação do Samuel e da Luiza, por alguma razão, não puderam ou não conseguiram amamentar. Há também um certo rebuliço por causa da discriminação de alguns estabelecimentos comerciais e até lugares públicos ao se deparar com alguma mamãe "rebelde" que insiste com essa "nojeira" de pobre de amamentar em público. Imagina, só? Um trem desses de outro mundo que é dar leite para um bebê, como se fôssemos mamíferos!!! Credo!!!

rs!

Se você não entendeu minha ironia, ainda não ficou sabendo da mulher linguaruda que alegou ser coisa de pobre amamentar ou da nova lei que multa quem proibir mãe de amamentar em público. Por que, sim, alguns lugares estavam expulsando ou constrangendo mulheres que queriam amamentar seus filhotes.

Pois bem... Pensando em tudo isso, que tal listar os benefícios da amamentação exclusiva? Creio ser de extrema importância lembrar, registrar, parafrasear, listar, expandir essa ideia para todos, caso haja alguma dúvida...

Bora lá!!!

PARA O BEBÊ

1. O Colostro, leite que a mulher produz logo após o parto ou mesmo no final da gravidez, é considerado a primeira vacina que o bebê recebe. 

2. É o alimento mais rico, completo, equilibrado e atende à todas as necessidades de vitaminas e sais mineiras que o bebê precise até os 6 meses de vida, não necessitando de nenhum complemento, nem mesmo de água, já que no inicio da mamada o leite contém mais água e mata a sede e no final, há o leite com mais gordura que mata a fome e faz com que o bebê ganhe mais peso.

3. Diminui o risco de cólicas por ser facilmente digerido pelo bebê. 

4. O aleitamento materno diminui o risco de constipação intestinal (prisão de ventre) no bebê.

5. Fortalece o Sistema Imunológico do bebê, prevenindo alergias e outras doenças. Crianças amamentadas com leite materno são mais resistentes à infecções. 

6. Amamentar imediatamente após o nascimento pode reduzir 22% a mortalidade neonatal, aquela que acontece até o 28º dia de vida.

7. O leite materno contém uma molécula chamada PSTI que é responsável por proteger e reparar o intestino do recém-nascido, ainda tão delicado. 

8. Quando há o Ômega 3 no leite materno, coisa que varia de mulher para mulher de acordo com a alimentação, ele ajuda no desenvolvimento e crescimento dos prematuros nos primeiros meses de vida. 

9. A sucção ajuda no desenvolvimento da arcada dentária do bebê.

10. Fortalece o vínculo entre mãe e filho. 

11. Amamentar por mais de 6 meses fez bem à saúde mental da infância à adolescência, segundo estudo coordenado pela Universidade do Oeste da Austrália. Segundo os pesquisadores, substância presentes no leite (como a leptina), ajudam a combater o estresse. 

12. Está sempre pronto e na temperatura ideal para o consumo. Prático e rápido, a mãe sempre leva a todo lugar, sem carregar peso algum...

13. Crianças alimentadas com leite materno têm menos risco de desenvolver doenças respiratórias, infecções urinárias e/ou diarreias.

14. No futuro, os bebês terão menos chance de desenvolver diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.

15. Diminui o risco de alergias e intoxicação alimentar, já que é um alimento seguro para o bebê ao contrário das formulas que podem fazer que o bebê desenvolva alergia ao leite de vaca.

PARA AS MAMÃES

16. A amamentação auxilia na saúde física, psicológica e emocional da mãe, diminuindo o risco de depressão pós parto.

17. Amamentar gasta até 700 calorias por dia, o mesmo que uma hora de corrida, ajudando a reduzir o peso mais rapidamente após o parto. (Fonte:Vila Mulher)

18. O contato pele a pele desencadeia uma série de eventos hormonais importantes para a relação mãe/bebê. O toque, o odor e o calor estimulam o nervo vago, fazendo que a mãe libere ocitocina, hormônio responsável, entre outras ações, pela saída e ejeção do leite.

19. Esse mesma ocitocina faz com que a temperatura das mamas aumente e esquente o bebê, dando aconchego. Por outro lado, ela também reduz a ansiedade materna, aumenta sua tranquilidade e responsividade social.

20. A ocitocina liberada contrai o útero e ajuda a interromper a hemorragia pós parto. É por isso que as mulheres sentem cólica quando iniciam a amamentação. Além disso, com a diminuição do sangramento, evita anemia materna.

21. Há menor risco de câncer de mama e de ovário.

22. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), o aleitamento materno não é só um método anticoncepcional eficiente, como também efetivamente diminui a fertilidade da mulher. Isso é válido para mães que estão com menos de 6 meses após o parto, que ainda não tiveram sangramento menstrual, que amamentam exclusivamente, dia e noite e sob livre demanda e o bebê mamar pelo menos oito vezes em 24 horas, sem intervalos muito longos entre as mamadas.

23. É barato!!! Não requer investimento comprando mamadeiras, leites ou fórmulas artificiais.

24. É a sensação mais incrível do mundo!!! Sentimos que estamos dando o que há de melhor no mundo, alimento em forma de carinho, cuidado, amor...

25. O tempo que passamos juntos com o bebê durante a amamentação nos ajuda a entender melhor o bebê, suas necessidades e a importância desse aconchego gostoso.

Depois de tantos benefícios, que tal dar uma lida nesses dois textos que auxiliam mamães que querem, estão se preparando ou se esforçando para amamentar?



Mamães lindas, é sempre bom lembrar que não é algo fácil e requer muita persistência. Mas como vocês viram os benefícios são enormes e de grande valia. Vale a pena o esforço e dedicação, tá??

Beijos!!!!!!
O TEATRO MÁGICO - SONHO DE UMA FLAUTA

Fonte:Revista Crescer
            Minha Vida
            Baby Center
            Unicef 
           Guia do bebê Uol
           Rede Mães de Minas

16 sugestões de filmes que ensinam o respeito à natureza e o amor aos animais!


É comprovado que a convivência com os animais não apenas ajuda no desenvolvimento da coordenação motora da criança (quando precisa controlar a sua força para acariciar um cachorro ou quando fica em pé se apoiando no bichinho, por exemplo), como também as torna menos propensas a alergias quando a convivência é iniciada bem cedo, ainda bebê. Também estimula a questão afetiva, o senso de responsabilidade e tolerância. 

Um estudo da Universidade Loyola de Chicago mostrou que animais que convivem com crianças internadas em hospitais diminui pela metade a quantidade de analgésicos que elas tomam e sua recuperação é muito mais rápida. Fonte: Revista Crescer 

Sinceramente, não acredito em nenhum ser humano de bom caráter que não ame ou pelo menos respeite os animais e o meio ambiente de uma forma geral.

Siga o meu raciocínio: se uma criança não consegue amar ou respeitar um animalzinho que mal nenhum faz, é fiel e amoroso, como seguirá tolerar a convivência com humanos tão ardilosos e de caráter duvidoso? 

Por isso, a necessidade de criar esse conceito de respeito aos animais nas crianças para que esse amor, aflore para outras áreas de sua vida. 

Listo aqui algumas opções de filmes para ver com os pequenos que ensinam o conceito de amor aos animais e respeito à natureza.

O REI LEÃO - Ensina que todos os animais são importantes no ciclo da vida e por isso merecem respeito. Acho interessante também o foco na questão familiar e seus conflitos naturais, sem nunca deixar o amor de lado.

O BICHO VAI PEGAR - Aborda de uma forma bem humorada a exploração dos animais em shows (e no caso de O BICHO VAI PEGAR 3, eles mostram também a questão dos Circos). A aventura começa quando eles tentam devolver o Urso à natureza, o que ele não aceita muito, mas no final entende que lá é o seu lugar! 

BOLT, O SUPER CÃO - Para mim, das animações, é o que melhor aborda o assunto de abandono de animais. Contando a história de Bolt que foi comprado em um pet quando ainda era filhote e tem uma vida de rei como protagonistas de um show de TV. O problema é que ele acha que aquela é a vida real dele e ao se perder de sua dona, Penny, descobre como é ser um cachorro comum. Tudo isso contrastando com vida da gata de rua Mittens que é muito difícil. Ela havia sido abandonada quando a família se mudou e desde então não confia mais em humanos. E Bolt irá ensina-la como voltar a confiar... Uma gracinha. O ponto forte do filme é a dublagem de John Travolta, como Bolt e Miley Cyrus como Penny. A musica tema que é cantada por Travolta e Miley também é linda e explica que nenhum bichinho pode ser substituído no coração do seu dono. Vejam o Vídeo: 

101 DÁLMATAS - Toca em um assunto muito importante que o fato da indústria da moda ainda utilizar peles de animais nas suas confecções. Ensina que não é certo matar um bichinho por pura vaidade, que existem coisas mais importantes na vida que a aparência.

A DAMA E O VAGABUNDO - Mostra também o contraste dos bichinhos que vivem confortáveis em suas casas enquanto existem tantos vivendo nas ruas. 

NEM QUE A VACA TUSSA - Conta a história de animais que viviam na fazendo e eram bem tratados por sua dona, mas há uma ordem de despejo que ameaça esse paraíso e eles podem acabar sendo enviados para um matadouro. Então, os bichos vão atrás de um bandido para receber a recompensa e salvar a fazenda da falência.


RIO - No 1º filme, o tema principal é contrabando de animais, muito comum em nosso país. Mostra para as crianças que todo bichinho tem que viver livre na natureza, não em jaulas. No 2º, abordam o desmatamento da nossa Amazônia que tira o habitat natural das ararinhas. Muito bacana!! 

PERDIDO PRA CACHORRO 1, 2 E 3 - Principalmente no 2º filmes mostra que não é necessário um cãozinho ter pedigree para ser amado e valorizado.  Apesar de detestar filmes com cachorros falantes, esse é uma graça!!

FESTA NO CÉU - É um conto mexicano, uma lenda que aborda a morte de forma mais leve, mostrando que não é o fim. Mas achei interessante quando tocaram na questão das Touradas, uma crueldade tremenda em que a "diversão" está em matar o touro. Mas o mocinho Manolo, apesar de ser toureiro por tradição da família, acha errado matar o touro e no final pede desculpas a todos que foram mortos por sua família em forma de canção. Meu filhinho Samuel fica horas cantando essa música!! rsrs! 

UM HOTEL BOM PRA CACHORRO - Dois irmãos órfãos invadem um hotel abandonado e o transformam em um lar para cães abandonados, cuidando de cada bichinho segundo suas particularidades, suas manias.  Mostra como adotar é bacana! Muito bom!! 

UP - ALTAS AVENTURAS - Além de contar a história linda de amor, amizade e companheirismo entre Carl e Ellie, o que é muito importante para criar esse conceito de fidelidade e carinho, mostra a tentativa do vilão de capturar uma ave e tira-la do seu habitat natural. Mas com a ajuda de Russel, um escoteiro de 8 anos, Carl Fredrinksen salva a ave. 

WALL-E - Não aborda exatamente a questão de amor aos animais, mas a importância de reciclar e os impactos causados pelo lixo. Como o nosso mundo ficará no futuro, caso continuemos com o desmatamento e a falta de reciclagem do lixo. Muito importante, viu? E uma graça!

PROCURANDO NEMO - Acho interessante a sutileza com que eles mostram um grande erro do ser humano (e muito comum também) em se intrometer, mesmo quando a intenção é boa, na natureza. Toda a confusão começa quando um mergulhador, achando que está salvando um filhote de peixe que está perdido no mar, na verdade,  acaba separando pai e filho. Também aborda a questão da poluição dos mares.

TARZAN -  Mostra às crianças mais uma vez a questão de intervir na vida dos animais , a preservação do meio ambiente e o combate a caça. 

IRMÃO URSO -  No filme, um caçador é transformado em urso e vivendo na pele a questão da caça aos olhos da presa. Provam que mesmo os animais grandes e aparentemente ferozes, na verdade, só atacam se são provocados ou por se sentirem ameaçados. 

VIDA DE INSETO - Mostra a vida das formigas em seu formigueiro e que mesmo pequenas, são importantes para o ecossistema.



Bom, essas foram sugestões que meus filhos amaram...
Espero que o de vocês gostem também!! 

Princesas da Disney: temidas e amadas!


Vi, recentemente em alguns blogs e sites que abordam o assunto cinema associado às crianças, um grande “auê” em relação às princesas Disney e como o conceito de donzela indefesa tem caído em desuso e cada vez cria-se filmes em que o “amor verdadeiro” está relacionado ao amor de outra mulher. Bom, eis a minha opinião:

Eu cresci amando as princesas da Disney e querendo ser como elas: lindas, fortes, bondosas, corajosas... Não vejo mal algum em ter crescido com esses conceitos morais. Quanto à mudança da personalidade das princesas, os tempos são outros e tinha que haver essa mudança para atrair novas admiradoras em um tempo em que as mulheres já são tão fortes e independentes.

Se analisarmos bem, o filme “Branca de Neve e os sete anões” foi lançado em 1937 (nossa!!!!), e de lá para cá os tempos mudaram, as mulheres conquistaram um espaço muito importante na sociedade e não há mais a necessidade de retratá-las indefesas como neste filme especifico, em que tudo gira em torno do encontro com o príncipe. Hoje, as mulheres também têm mais o que fazer do que esperar pelo príncipe encantado!! Rsrsrs! Elas trabalham, estudam, sonham e conquistam muito mais do que na década de 40, não é mesmo? Com o tempo, a forma em que retratavam as princesas foi mudando e para melhor.

Veja bem a Pocahontas (1995) que lutou para unir seu povo com os “brancos ingleses” mostrando que uma mulher pode expor sua opinião e lutar por um destino diferente do que planejaram para ela. Temos também a Mulan (1998) que se disfarçou de homem para salvar seu pai de morrer na guerra e acabou virando uma heroína que livrou a China dos Hunos, tudo isso, em uma sociedade extremamente machista em que as mulheres tinham que ter permissão até para falar, portanto, haja coragem! 


Lançaram Valente em 2012 e quebraram todos os paradigmas de princesas sempre alinhadas, educadas e obedientes. Merida é uma princesa fora dos eixos, com seus cabelos soltos e naturalmente enrolados, corajosa, destemida e inteligente. Finalmente mostraram o amor de duas mulheres, mãe e filha, relacionamento tão esquecido nos contos de fadas, o mais próximo disso são as madrastas que são responsáveis pelas maiores desgraças na vida das princesas. A mãe quando é perfeita, está morta, como se essa fosse a “perfeição” da coisa, já que se estivesse viva, provavelmente estaria brigando, exigindo e cobrando resultados positivos da sua amada princesinha. Mas isso é chato!! Mãe é um troço chato que fala, fala, fala... Desta vez retrataram o relacionamento de mãe e filha de forma verdadeira e como a falta de diálogo pode afundar um família, como um elo que deveria ser o mais forte possível que a confiança, se estiver fraco, destrói tudo o que foi conquistado até aquele momento. Se não viram o filme, vejam, pois é muito bom. 

Por muitos anos a Bela foi a minha princesa preferida por sua coragem, por ver além das aparências, a bondade com os animais, a beleza despreocupada, a paixão pela leitura e por colocar a felicidade dos que ela ama à frente da dela. Eu fico pensando onde está o erro em ensinar para a minha filha essas qualidades, deixar que se vista e se comporte dessa maneira. Muito melhor do que deixar que outras “heroínas” de caráter tão duvidoso da nossa atualidade dite a moda e  como se comportar. Vemos meninas de plástico, que se vestem da mesma maneira, se comportam de forma extravagante, sem o mínimo de pudor e ainda esperam, ironicamente, por um príncipe encantado. Não se comportam como princesas e querem alguém perfeito para namorar. 

Haaa....eu prefiro ser da geração das princesas, não das “passivas oprimidas pelo machismo” como algumas feministas insistem em afirmar, mas as que tem essas qualidades já descritas no texto. Como disse por muitos anos a Bela foi a minha princesa preferida, até a chegada de Frozen e vemos a Elsa que não é perfeitinha, diz exatamente o que pensa e reinou sem precisar de um rei ao lado. O que acho mais bacana, é como retrataram o príncipe que até musica romântica cantou, mas que no final era o vilão. Mostramos às nossas meninas que aparecerão muitos com aquele mesmo discurso, com a beleza e toda a gentileza de um príncipe, mas que na verdade não valem nada! Adoro a frase “não pode se casar com quem acabou de conhecer!!” Isso mudou tudo, mostrou que todas as nossas escolhas não devem ser tomadas apenas com o coração, porque as vezes ele se engana, ou no calor da emoção, mas com bom senso. O ato de amor verdadeiro não é o beijo de um príncipe perfeito, mas a força do amor entre as duas irmãs, outra coisa que sempre senti falta nesses filmes, já que as irmãs sempre eram as invejosas ou o lado mal da família. Era sempre assim: uma irmã boa, a outra má. Porque não diferente? Porque cada uma não poderia ter a sua personalidade com defeitos e qualidades como qualquer garota comum? Fico imaginando em uma casa com duas meninas, brigando para serem as mesmas princesas, já que a outra é a malvada da história e ninguém quer ser a má, graças a Deus!! Isso já é um avanço!!!

Finalizando, eu torço por uma geração com mais princesas que levam consigo conceitos morais fortes e enraizados o bastante para não serem mudados com o tempo ou com o rumo que a vida lhes dá. E sim, a minha Luiza é chamada de princesa todos os dias, vê os filmes, assim como o Samuel e o Bernardo que já se acostumaram com as mocinhas fortes e guerreira que eles também se espelham. E há nada de errado nisso!! 

Bom dia!