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Um pai grávido

Olá pessoal! O texto de hoje foi escrito pelo Marcos. Visão de um papai sobre a gestação <3


Como pais a gente acompanha tudo, mas só ficamos "grávidos" quando a companheira já está com 38 semanas. Sim, a gestação masculina começa com 38 semanas.

Espante-se você mulher! Por mais que o pai seja participativo em todos os exames, chore com o bater do coração no ultrassom... ele realmente percebe que a gravidez é real quando chega a 38 semanas de gestação, ou quando o médico fala “agora ele pode nascer a qualquer hora!”.

 A verdade é que durante todo o processo de gestação, da semana 1 até a semana 38, o bebe é só da mulher. Ela sente ele mexer pela primeira vez, ela engorda, sente dores no quadril, nas pernas, vai no banheiro de cinco em cinco minutos. Sente o pezinho nas costelas e você só é um espectador. Olha, acaricia, as vezes até engorda junto e quando põe a mão na barriga - o bebe pára de mexer. Não conseguimos se quer chegar perto do que é o sentimento da mãe durante toda uma gestação. Já ouvi muita gente dizer que ser pai é uma pretensão.

Na trigésima oitava semana de gravidez quando o médico me falou, “agora é com ele, no dia em que ele quiser nascer ele nasce”: BUMM meu mundo virou de cabeça pra baixo.

Tem fralda? Termômetro, pomada, banheira, tem berçoooo??? Será que eu esqueci algo?

Realmente fiquei louco! Dormia poucas horas por dia. Não sabia o motivo, porém às 4 horas da manhã - sem sono algum, me pegava pensando como seria a cara do neném. Será que ele vai chorar muito? Será que nasce hoje?

A mãe vira na cama e fala AI. Você se sobressalta e pergunta: "Vai Nascer?", com a cara mais pálida que fantasma.

Hoje fico pensando, será que esse turbilhão nas duas últimas semanas é o sentimento que a mulher tem durante toda a gestação? Sinceramente se for está explicado porque elas engravidam e nós não.
Levamos 38 semanas para entender tudo, e começar a sentir o que para vocês é realidade desde o momento que aparecem duas listrinhas no exame de farmácia: ele vem ai, ele vai nascer!

 Então mamães, não fiquem achando que os papais não estão nem ai pro que está acontecendo. A ficha apenas não caiu ainda. É que a gravidez dele ainda não começou.

Mas saibam que apesar de durar apenas duas semanas, essa gestação de pai vai mudar pra sempre a forma que ele vê o mundo!

Star Wars e o chá de Fraldas do Rafael

Quem me conhece pessoalmente ou é meu amigo no Facebook sabe que sou Nerd de carteirinha, com direito a Star Wars, Harry Potter, dia da Toalha e tudo mais.

Quando eu e o Marcos começamos a namorar, logo contaminei-o com uma de minhas paixões: Star Wars. Assistimos várias vezes aos filmes até que ele entendesse a ordem cronológica e de criação, mas no final ele ficou tão apaixonado quanto eu. Então valeu a pena hehehe

Então, quando planejamos o chá de fraldas do Rafa, queriamos fazer algo diferente e que trouxesse essa paixão por Star Wars e aproveitasse a onda dos novos filmes. Fizemos um chá de fraldas temático!

Foi um momento incrível, de ótimas energias com nossos amigos, familiares. Seguem algumas fotos de como ficou a decoração, toda feita por mim, amigos e o Marcos.

Ainda arrumando a mesa de doces, o R2D2 de fraldas bem ali <3

Usamos para colocar petiscos em cada mesa :D



Área externa, com balões e mesinhas para o pessoal papear

Mesinha com docinhos. Podemos ver o exército de clones liderados pelo Yoda.

Yoda sendo o Yoda <3

Os clones de cupcake homemade, com chantilly e marshmallows


Trufinhas intergaláticas rs e ali do lado o R2D2 de fraldas

Mais trufinhas e o Yoda em uma nova versão

Cupcakes com recheio de geléia de morango e plaquinhas dos personagens, tubetes de bala e os lindos cubbees  dos personagens


 Foram idéias simples, mas para um chá muito especial. Espero que tenham gostado!
Se quiserem saber como fiz qualquer um dos itens de decoração, comentem que eu respondo :*

Por cinco minutos estive grávida

Ela acordou estranha, sentindo-se diferente. Olhou para o teto branco e pensou no que poderia ser. A chegada dos 30? Não. Até que estava encarando bem. O casamento? Acho que não. Sofrível e apaixonante como todo casamento é. Olhou para a janela. O sol nascia e o reflexo de alguma coisa lhe cegava os olhos. Que droga! Já havia pedido milhares de vezes para o marido fechar as cortinas quando acordasse, coisa que ele fazia mais cedo que ela todos os dias. Eis, portanto, a parte sofrível do casamento: a convivência a dois.

Levantou-se, tomou o costumeiro banho frio que parecia regenerar suas forças e acabava de acordar o que porventura ainda estivesse adormecido pela preguiça rotineira de toda manhã. Escolheu a roupa, vestiu-se apressada. Tomou um café preto só para forrar o estômago. Apesar da fruteira cheia de maçãs vermelhas lindas, tudo não passava de decoração. Ela odiava maçãs. Gostava do cheiro, da aparência, mas comê-las era obrigação do marido. Saiu apressada. O trânsito estressante de todos os dias lhe esperava e cada segundo era importante. Não adiantou tentar sair mais cedo, afinal, o velho e bom travamento por causa de um carro quebrado, custou-lhe a pontualidade. Chegou correndo no trabalho. Sua mesa bagunçada com papeis soltos que foram colocando por lá para lembrar-lhe das pendências que havia deixado na sexta, esperando resolvê-los logo cedo na segunda.

Mantinha velhos hábitos como sua boa e velha agenda de papel. Sentou na mesa e foi logo para a página do dia.

- Que dia é hoje mesmo? - Perguntou alto para quem ouvisse à procura da resposta rápida.
- Segunda-feira, 17 de maio. - Alguém respondeu.

Ao ir na parte de calendário, viu lá anotado o dia da sua última menstruação, assinalado como em código para não ficar muito na cara. O sangue gelou. Isso havia sido 45 dias atrás. Como ela, tão controlada e segura de tudo o que lhe acontecia poderia ter esquecido disso? Alguma coisa está errada. Porém, ela não poderia se dar ao luxo de parar para pensar nisso, não naquele momento. As pendência estavam ali. Projetos, telefonemas urgentes, datas bem próximas para entregar tudo o que havia prometido aos clientes. Ela amava o seu trabalho e apesar do estresse, tinha orgulho de cada tarefa realizada com empenho que rendia-lhe belos elogios junto aos gerentes.

Horário de almoço. Hora de colocar a cabeça no lugar. Normalmente, ela sairia com a turma do trabalho para comer em algum restaurante gostoso perto dali. Resolveu, no entanto, ficar só. Disse que estava atarefada demais e que não iria almoçar a todos que perguntavam e esperou que todos saíssem para pegar o carro e ir para mais longe, um canto da cidade que pouco frequentava e mais tranquilo. A ideia era almoçar em algum restaurante charmoso e passar em algum laboratório para fazer um teste de gravidez. Comeu apressada. A ansiedade era grande demais.

Entrou receosa no laboratório. Pegou uma senha. Quando foi ser atendida, ao sentar na mesa do atendente, qual foi sua surpresa quando percebeu que aquele era um amigo dos tempos de escola!

- Não acredito que isso está acontecendo comigo! - Pensou,

- Em que posso te ajudar? - Perguntou o rapaz, fingindo não reconhecê-la.
- Eu gostaria de saber dos valores para fazer um check-up.
- Haa, sim. - Ele digitou no computador e a impressora funcionou ao lado. - Esses são os valores e exames que fazem parte. - Disse apontando para o papel.

Ela fingiu interesse.

- Que bacana!
- Gostaria de agendar?
- Não, não. Estou apenas fazendo um levantamento de valores. Mas eu retorno quando decidir o que quero. - E foi se levantando.
- Ok. - Ele achou aquilo tudo muito esquisito. - Tenha um bom dia!
- Para o senhor também. - Disse já saindo do laboratório.

Definitivamente a ultima coisa que ela queria era um amigo da escola espalhando para todo mundo um resultado de gravidez positivo ou negativo. Se aquilo chegasse aos ouvidos dos seus pais, seria um furdunço desnecessário. Decidiu entrar em uma farmácia. Aqueles testes rápidos agora não pareciam uma má ideia. Pegou um cestinha, colocou chocolates, uma lata de coca, desodorantes e lenços de papel. Parou na prateleira de "coisas para mães", o que incluía os testes. Se distraiu olhando para todas as opções ali enfileiradinhas.

- Posso ajudar? - Uma voz soou bem atrás.

Ela deu um pulo de susto. Pediu ajuda e escolheu o que parecia ser o mais eficiente. Escondeu embaixo dos chocolates e seguiu para o caixa. No caminho lembrou-se do constrangimento que era comprar absorventes quando era adolescente e riu.

- Que bobagem!! - Pensou alto.

Levou a cestinha de compras ao caixa que foi passando produto por produto. Quando chegou no teste, ela não conseguiu registrar a compra.

- É produto novo, sabe, moça? Não deve estar cadastrado ainda no sistema. - Disse a atendente.

A atendente depois anunciou pelo microfone que estava tendo problemas no caixa 3 com o teste de gravidez, repetiu tudo com a fonética ainda mais clara, para que caso houvesse alguma dúvida, o flanelinha lá do outro lado da rua soubesse que havia uma mulher em dúvida em relação à gravidez.

Saiu com a sacolinha abarrotada de inutilidades e voltou ao trabalho. Na saída, pensou em ligar para a melhor amiga, contar da aflição que estava passando, mas decidiu não fazê-lo. Para quê, se não havia certeza de nada? Contar para a sua mãe? Nem pensar! Ela faria uma confusão com a informação. Provavelmente chegaria mais rápido que ela mesma em casa já com todo o enxoval comprado. Então não. Isso era algo só dela, de mais ninguém.

Chegou em casa, tomou um banho rápido. Olhou para a caixinha que estava à espera dela na bancada do banheiro. Abriu e leu as instruções.

- Só isso? Que fácil!

Abriu a lata de coca que estava quente e tomou. Sentou na cama e esperou a vontade vir. De repente a vontade veio. Correu para o banheiro, abriu o saquinho que guardava o teste e o palito para fazer xixi.

- Que situação esquisita! - Pensou.

Colocou o celular para contar os 5 minutos. Ficou os primeiros 30 segundos olhando fixadamente para o visor. O nervosismo aflorando.

- Ai, meu Deus. Vou enlouquecer se continuar olhando para isso.

Pegou o aquele treco esquisito e colocou dentro do armário do banheiro e fechou.

- Pronto! Agora não me atormenta mais.

Sentou-se na cama.

- Será que estou grávida? E se estiver? Haa, meus amigos falarão tanto na minha cabeça, que eu nem aproveitei o meu casamento direito, viajei, descansei. Minha família falará do quanto amo meu trabalho e do sacrifício que será abrir mão dele. Haaa... Mas tanta mulher que consegue conciliar! Por que eu não conseguiria? E meu casamento? Será que está preparado para isso? Será que ele quer? E se for menino? E se for menina? - Ela parou e pensou. - Se for menino é Lucas, se for menina é Maria Eduarda. Eu posso trabalhar meio-horário e cuidar de tudo, se não der certo, largo tudo e cuido do meu filho, afinal, é muito mais importante! Imagina só, eu deixar o meu filho ser criado pelos outros! Nunca! Quero acompanhar tudo de perto. Nossa! Temos que trocar de apartamento! Esse é muito pequeno e não tem playground. Criança precisa dessas coisas, né? O bairro também está tão perigoso! Não tem nenhuma praça ou parque bacana por perto. Tem que ser um com grades fortes e janelas grandes para arejar. Criança não combina com ambiente muito quente. Eu devo estar com 2 semanas ou 3. Nascerá no verão. Posso fazer o chá de fraldas no tema luau. Gostamos tanto de praia. Acho que ficaria lindo! A madrinha tem que ser minha irmã. T-E-M  Q-U-E  S-E-R!! Fralda é um troço caro, tenho que começar a estocar...

A alarme do celular a acordou da historia que fantasiava com a possibilidade da gravidez. Levantou-se trêmula e foi andando em direção ao banheiro. Pegou o teste. Uma listra.

- O que isso significa mesmo? - Ela pegou a bula correndo e foi em direção à sala analisar com calma. - Haaa tá. É negativo! Que alívio! Isso estragaria a minha vida! - E começou a chorar olhando para a pequena listra solitária do teste.

Um turbilhão de ideias na cabeça, mas uma dúvida incomodava: Por que estava chorando? E quanto mais tentava achar a resposta, mais vontade de chorar tinha. Um barulho de chave na porta. O maridou entrou e encontrou sua esposa aos prantos com alguma coisa na mão. Não entendeu nada. Apenas quis consolá-la. Sentou-se ao lado e ofereceu seu colo. Viu o teste de gravidez, mas ficou com medo de perguntar se era positivo ou negativo, afinal, não sabia o motivo do choro.

- Por cinco minutos eu fui mãe! - Ela disse em meio aos soluços.

É claro, ele sabia que era um desejo e tudo planejado com cuidado. Primeiro eles queriam curtir a vida à dois, depois começariam a pensar em filhos. Não sabia de toda aquele desejo da sua esposa, nem ela, até passar pelos cinco minutos de espera. Ela havia experimentado por aquele breve momento o que era a espera de uma mãe nos seus nove meses de gestação e gostou, desejou continuar a preocupar-se com a segurança do bebê e o futuro da sua família, naquele momento completa. Decidiram então que aquele era o momento de dar espaço para mais um membro na família. Filho que antes mesmo de ser gerado na barriga, já crescia em amor dentro do coração.

Dois meses se passaram. Ela acordou, sentindo-se esquisita. Olhou para o teto branco e pensou no que poderia ser. Olhou para a janela. O sol estava lindo entrava incomodando sua visão. Levantou-se, fechou a cortina, já cansou de pedir que ela fosse fechada pelo marido. Voltou a deitar-se. Andava tão cansada, com tanta preguiça, um sono inesgotável, por mais que dormisse cedo. Acordou meia hora depois com o celular que tocava. Era o marido lembrando-lhe de um jantar que tinham programado para mais tarde. Ela deu um pulo da cama, tomou banho e vestiu-se. Correu para a cozinha. Abriu a garrafa de café. O cheiro revirou o estômago. Olhou em volta e a única coisa que lhe abriu o apetite foram as benditas maçãs. Pegou, cheirou. Deu uma mordida grande e um pulo de susto:

- Estou grávida! - E gargalhou.

No jantar, empolgada para contar o teste positivo que havia feito no horário de almoço, ao abraçar o marido não suportou o cheiro.

- Realmente eu estou grávida! - Ela pensou achando graça daquilo.

E comemoram juntos a chegada da figurinha que faltava para completar o álbum!


Ideia criativa e emocionante para convidar os padrinhos de batismo



Por aqui estamos com 24 semanas de gestação e já organizando tudo. Quartinho quase pronto, foi a vez de pensarmos como convidar os padrinhos do Rafael.
No começo pensei naquelas caixinhas lindas com lembrancinhas, mensagem e etc, mas ai tínhamos um problema geográfico. A madrinha do Rafa é minha irmã, que mora em NY e enviar a caixinha seria trabalhoso e talvez desgastante. Se não parasse em receita, ainda tinha o risco da TSA ou qualquer órgão de segurança dos EUA não entender bem do que se tratava e me colocarem nos procurados hehehe
O padrinho é o irmão do Marcos e mora em Blumenau. É chão! rs

Assim, escrevi um texto bem bonitinho, como se o Rafa estivesse conversando com a tia e o tio e convidando-os para padrinhos.

Cada frase do texto eu escrevi em um sulfite tamanho A5 (metade de uma folha A4) com canetinha preta.

Depois, montamos uma estrutura com o tripé da câmera e uma iluminação (isso porque fomos gravar a noite). Depois foi só ir colocando os papeizinhos no foco da câmera. Dá pra fazer com celular!
Nós gravamos e depois incluímos a música, mas se o lugar que estiver for silencioso, pode colocar uma musica de fundo e mandar ver.
Se for publicar no youtube, cuidado para usar só músicas royalty free. Aqui tem uma listinha: Músicas

Convite da Madrinha





Convite do Padrinho





Os padrinhos adoraram e recebemos muitos comentários carinhosos de amigos e familiares elogiando a idéia :D

E por ai? Como vocês convidaram os padrinhos dos filhotes?

5 dicas baratas para cuidar da pele (e de você) na gestação

Hoje vim com a missão de compartilhar com vocês dicas dos produtos que tenho usado para cuidar da minha pele do rosto, da pele esticada da barriga e de mim mesma, durante a gravidez.

Como este é um período que gastamos bastante, seja em novas roupas para caber o barrigão, seja para montar o quartinho e o enxoval, reuni dicas com preço amigo e que nem por isso deixam a desejar.

Todos os produtos que constam abaixo foram testados por mim e são seguros para gestantes. A melhor parte é que não doem no orçamento ;)

1. Óleo de Banho? Não amiga, o velho óleo de amêndoas.

Eu gosto bastante de óleo de banho, mas nos 3 primeiros meses, só de sentir o cheiro dos óleos da Eudora, Natura e similares meu estômago vinha na orelha! O pior é que, como o óleo gruda no corpo, o mal estar não passava fácil!

Além disso, como temos que usar bastante, um vidrinho vai embora rápido e o bolso fica vazio mais rápido ainda hehehe

Depois de experimentar quase todos que encontrei por aí, o prêmio foi para o da Ideal, que é mais grossinho, hidrata mais e não tem cheiro forte.


Além de toda essa maravilha, dá pra comprar nas Lojas Rede pela bagatela de R$3,99 por 100 ml, aqui.

Por deixar a pele hidrata, ele previne as estrias tão bem quanto os cremes mais caros.








2. Óleo de massagem, chique e cheiroso!

Gravidez é linda, mas alguns.. é... efeitos colaterais não são. Dores nas pernas, nas costas, estrias... E no final do dia, tudo que queremos é sombra, suco de laranja gelado e uma boa massagem.
Para isso, tenho usado um óleo delicioso da granado que custa R$ 22,00 e rende horrores.
O cheirinho do de chá branco é super suave, não irrita o estomago rs.

Não fica melecado (rs) e hidrata bastante a pele também. Brinque com seu parceiro (a) e aproveite o momento da massagem!








3. Manteiga Corporal, para os pezinhos cansados.
Anota ai que essa dica vale ouro! Ainda da Granado, tenho usado uma manteiga incrível. Veio em um kit que ganhei de uma amiga querida, e completa o cuidado com a pele. Aplico nas áreas mas ressecadas e especialmente nos pés antes de dormir. Alivia aquela sensação de queimação nas solas e hidrata bastante, deixando os pés prontinhos para o dia seguinte.
Dá pra comprar aqui, por R$39,90 e vale cada centavo, pois rende muito!



4. Creme protetor de seios


Essa Granado tá é fazendo sucesso por aqui heim! rs
Nos mamilos estou aplicando este creme a base de lanolina. Não sei de fato se vai me ajudar na amamentação e segundo minha doula, nem é preciso usar. Mas por agora, quando deixo hidratadinhos diminuem aquelas 'alfinetadas' que sentimos no seio, quando estamos nos preparando para produzir leite.
Compra aqui, por R$33,00. Ganhei a minha com 2 meses de gravidez, estou usando desde lá e nem fez cosquinha na bisnaga.


5. Escalda pés de alecrim
Em uma noite de muita dor pélvica, inventei  - a base de inspiração divina - esse escalda pés, que ajuda a relaxar e alivia dores.
Ele é a base de alecrim, uma ervinha que produz um óleo essencial conhecido como óleo transformador. Nada melhor e mais inspirador para nós gravidinhas, né?
Vamos lá:

Em um balde com água quente, acrescente:
1 xícara de chá bem cheia de sal grosso

1/2 xícara de chá de alecrim
Coloque os pezinhos dentro e aproveite!
Comprando o alecrim seco no supermercado ou usando o in natura, tá valendo!
Você gasta uns R$5,00 para fazer vários escalda pés e ainda pode fazer tudo cantando a musiquinha  (alecrim, alecrim dourado rsrs).


E você? tem alguma dica legal de cuidados baratinhos? Escreve pra gente!



O que quero ensinar ao meu filho

Eu sempre pensei no que gostaria de ensinar ao meu filho. O que deveria passar a ele de valores e de preceitos. Todas as coisas que eu gostaria que ele acreditasse e levantasse a bandeira.

Sei que vou criar meu filho para o mundo e não para mim. Ele vai conviver com outras pessoas, conhecer as mazelas da nossa sociedade. Vai ver fome, miséria, violência e eventualmente conhecer a tristeza. São coisas que não posso protege-lo e só me resta prepara-lo.

Quero que ele seja alguém sensível ao outro. Que saiba respeitar a linha tênue onde chegam nossos direitos e começam os do próximo. E que ele não opte pelo caminho errado por ser mais fácil. Quero que ele seja alguém em quem os amigos possam confiar e que inspire confiança.


Quando ele conhecer alguém e se apaixonar, que ele seja verdadeiro – mesmo que o mundo machista espere que os homens sejam seres acéfalos que só agem por impulsos sexuais. Quero que meu filho não tenha dúvidas sobre a igualdade de gênero, de raça, de crenças. Que não deixe de ter amigos incríveis apenas baseado na opção sexual deles. Que meu filho ajude com a louça depois do jantar – o que não vai ser difícil, já que o pai algumas vezes é até quem cozinha.

Espero, de coração, que vendo bons exemplos, ele se torne justo, leal e verdadeiro. Que saiba admirar um bom livro, música, viagens. Que ele seja feliz, do jeito dele. Sem se preocupar na forma que as pessoas esperam que ele seja.

Que seja simpático e tenha empatia pelas pessoas e situações. Que conhecendo o amor desde a minha barriga ele seja capaz de amar plenamente. Que tendo o apoio incondicional da minha mão ele aprenda a apoiar o próximo. Que vendo a mim e ao pai dele trabalhando, ele aprenda que não há nada igual a fazer o que se ama.

Eu sei que não acertarei em tudo. Mas prometo fazer sempre o meu melhor para te ajudar a ser a melhor versão de você mesmo, Rafa!



Mãe de primeira viagem, sim!



Antes de engravidar eu não sabia nada sobre gravidez. Ok, ok! Eu sabia como bebês são feitos, sabia sobre ciclo menstrual, sabia que você enjoa, que sua barriga cresce. Mas eu nem passava perto de saber o que é esse bicho estranho chamado gestante.
Minha gravidez não foi planejada, ou melhor: eu não planejei, quem planejou foi o cara lá de cima. Um belo dia senti os seios maiores e nenhum sutiã ficava sem as terríveis bochechinhas. Achei que tinha engordado e antes mesmo da menstruação atrasar me descobri grávida.

Não é exagero dizer que meu centro gravitacional mudou. Tudo começou a ser mantido em seu lugar por uma forcinha bem pequena e muito forte que existia ali embaixo do meu umbigo. Com 7 semanas o primeiro ultrassom: aquele pacotinho no meu umbigo tinha coração e pulsava ditando o novo ritmo do meu mundo.
Desde os 8 anos eu sonhava em ser mãe e quando enfim aconteceu, tudo dentro de mim estava em reboliço. Um medo enorme ganhou pernas, braços e foi me envolvendo e criando caraminholas na minha cabeça de gestante. Meu cérebro, já embotado pelos mil hormônios que ali circulavam, me fez ver ‘chifre em cabeça de cavalo’. Embora todos os exames dizendo o contrário, eu encontrava uma palavrinha do médico para achar que alguma coisa estava errada e eu ia acordar do meu ‘sonho’.

Eu não sabia por exemplo, que no começo da gestação é comum sentir cólicas, que até se parecem com aquelas cólicas menstruais. A Ginecologista/Obstetra que eu estava indo na ocasião também não me preveniu ou deu qualquer orientação. Então, quando senti cólica, achei que estava perdendo meu bebê. Parece bobeira agora, mas na hora foi a coisa mais apavorante de toda a minha vida. Fiz até promessa (rs). No fundo, acho que toda mãe entende desse meu medo e do monstrinho da insegurança.

Depois de trocar de médica, conversar, ler e me informar melhor, e também depois de uma dose enorme de paciência, acolhimento e segurança que o Marcos meu esposo me passou (dizendo insistentemente e sem pausa que ele tinha certeza de duas coisas: era um menino e ia dar tudo certo rsrs), comecei a aceitar um fato que terei que conviver para sempre: Por mais que eu ame meu filhote, não tenho controle sobre tudo que acontecerá com ele - mesmo o que acontece dentro do meu corpo.

Como é difícil esse assunto de maternidade, não? Em uma consulta com a ginecologista, eu – com uma nova lista de dúvidas na mão – disse a ela que tinha constatado que as consultas serviam para tirarmos alguns receios e irmos para casa arrumar receios novos rsrs. E não é verdade?

Agora são mais 18 semanas pela frente e vou contar para vocês tudo que acontece por aqui, no incrível mundo do Rafa!